Foto by Ei Nerd Uma vez, enquanto eu ria de um castigo que havia recebido por uma traquinagem qualquer, minha mãe me disse: “Rir a caminho da execução é sinal de loucura”. Queria eu ter frase mais sábia e precisa para definir o personagem mais icônico e dono da personalidade mais forte do mundo dos quadrinhos. Do riso, as cores vibrantes, das granadas penduradas no palito ao chocante aperto de mão, o Coringa foi criado para ser um vilão para se amar. Rindo a caminho da exibição percebi que a loucura é, indiscutivelmente, a linha guia para se traçar as falhas de caráter, a personalidade e o superego na construção deste personagem. Das sobrancelhas altas e marcantes de Nicholson criado pelo insólito Tim Burton, as madeixas verdes de Heath Ledger explorado por Christopher Nolan em toda sua multiplicidade de personalidades, o que esperar do réquiem apresentado Jared Leto na versão de David Ayer? In the Pale Moonligth A fantasia presente nas histórias construídas por Burton, ...
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